Sejam belas, ricas e fúteis. Amamos vocês.
Tentarei não falar de hardcore aqui nesse blog. Jah me ajude.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
O homem e o médico
Mulheres são treinadas desde a adolescência para freqüentar um consultório médico. Começam com o ginecologista, a primeira consulta, e seguem vida afora com os preventivos obrigatórios – primeiro anuais, depois semestrais -, depois com o rastreamento das mamas, o dermatologista, profissional que a própria adolescente costuma requisitar à mãe, ainda mais hoje com essa moda de depilação a laser, fora o eterno combate à celulite, iniciado em idades muito incipientes.
Aí tem a nutricionista – profissionais amigos dizem que as adolescentes acima e abaixo (!!) do peso são freqüentes, já os adolescentes… Um dia chega a visita ao médico das varizes, da vista, afinal, um óculos pode até acrescentar certo charme.
Fora o monte de exames que fazemos antes e durante uma gravidez. E a gente passa assim, a vida inteira, de consultório em consultório, esmiuçando nossa saúde e cuidando da vaidade.
Analisemos os homens agora:
Adiam ao máximo a ida ao urologista para o “aterrorizante” (atenção: isso é um deboche) exame de próstata, que deveria ser feito aos 40 anos, mas já tem um monte de gente – do sexo masculino, claro – pronta a questionar se essa é a idade ideal mesmo, se não é mais tarde…
Consultam um dermatologista porque já tem dois anos que aquela pinta não pára de coçar.
Vão a ortopedistas, é verdade, provavelmente porque quebraram uma perna e não porque o joelho dói há cinco anos.
Vão ao dentista quando a obturação cai ou o próprio dente mesmo.
Check-up? Quando a empresa lembra ele que já está na hora…
Preventivo? Não têm como fazer.
Mamografia? Tampouco são obrigados, apesar de haver casos raros de câncer de mama em homem também.
Varizes? Sim, eles têm, mas ganha um doce quem encontrar um senhor entre aquele monte de senhorinhas nas salas de espera dos angiologistas.
Homeopatas: quando dão uma chance a essa vertente da medicina, vão arrastados pelas mulheres, mas não seguem o tratamento depois.
Agora aos dados que sustentam as observações propositadamente exageradas acima:
Um levantamento feito pelo Ministério da Saúde junto a 250 especialistas – médicos, antropólogos e psicólogos – mostrou que os homens não costumam freqüentar os consultórios por conta de três barreiras principais: cultural, institucionais e médicas. Para se ter uma idéia, a cada oito consultas ginecológicas no SUS, acontece apenas uma urológica.
Alerta: ter medo de médico é perigoso para a saúde.
Aí tem a nutricionista – profissionais amigos dizem que as adolescentes acima e abaixo (!!) do peso são freqüentes, já os adolescentes… Um dia chega a visita ao médico das varizes, da vista, afinal, um óculos pode até acrescentar certo charme.
Fora o monte de exames que fazemos antes e durante uma gravidez. E a gente passa assim, a vida inteira, de consultório em consultório, esmiuçando nossa saúde e cuidando da vaidade.
Analisemos os homens agora:
Adiam ao máximo a ida ao urologista para o “aterrorizante” (atenção: isso é um deboche) exame de próstata, que deveria ser feito aos 40 anos, mas já tem um monte de gente – do sexo masculino, claro – pronta a questionar se essa é a idade ideal mesmo, se não é mais tarde…
Consultam um dermatologista porque já tem dois anos que aquela pinta não pára de coçar.
Vão a ortopedistas, é verdade, provavelmente porque quebraram uma perna e não porque o joelho dói há cinco anos.
Vão ao dentista quando a obturação cai ou o próprio dente mesmo.
Check-up? Quando a empresa lembra ele que já está na hora…
Preventivo? Não têm como fazer.
Mamografia? Tampouco são obrigados, apesar de haver casos raros de câncer de mama em homem também.
Varizes? Sim, eles têm, mas ganha um doce quem encontrar um senhor entre aquele monte de senhorinhas nas salas de espera dos angiologistas.
Homeopatas: quando dão uma chance a essa vertente da medicina, vão arrastados pelas mulheres, mas não seguem o tratamento depois.
Agora aos dados que sustentam as observações propositadamente exageradas acima:
Um levantamento feito pelo Ministério da Saúde junto a 250 especialistas – médicos, antropólogos e psicólogos – mostrou que os homens não costumam freqüentar os consultórios por conta de três barreiras principais: cultural, institucionais e médicas. Para se ter uma idéia, a cada oito consultas ginecológicas no SUS, acontece apenas uma urológica.
Alerta: ter medo de médico é perigoso para a saúde.
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