Que é que tem pular
e gritar
Cantar e dançar
que é que tem
meu bem?
Dançar e cantar
algum dia
fez mal a alguém?
Dançar e cantar
é quase amor
Meu bem...
Tentarei não falar de hardcore aqui nesse blog. Jah me ajude.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Te liberto
Minha mãe costumava dizer que não devemos aprisionar o belo, usava como exemplo um girassol. Se arrancasse a flor, tirava a possibilidade de que outros admirassem sua beleza e esta por sua vez não sobreviveria longe de seu lugar.
As pessoas são como girassóis não podem ser aprisionados, é difícil abrir mão da beleza, abrir mão de algo que se deseja possuir... Mas por mais complicado que seja desistir da idéia de possessão, de ter a beleza do girassol só pra você.
Finalmente pude entender que estava presa ao que achava que havia aprisionado.
Libertando o belo, não liberto somente ele. Mas eu mesma, minha parte que estava do outro lado da algema.
Por isso que hoje estou libertando o belo
Libertando, para espalhar sua beleza
Libertando, para girar com o sol
Libertando, afinal nunca o possui
Libertando e assim me libertando.
Liberdade, você só encontra por aqui!
Liberdade, você só encontra por aqui!
Mais ou Mas??
Pois então vamos começar nossa aulinha de hoje....
Se a relação for de adversidade, oposição, é “mas”: “Não queria ter te beijado, mas beijei"; “Não queria ter te encontrado, mas encontrei”; “Eu sinto saudade, mas o tempo passa devagar”.
Note que “mas” pode ser substituído por “porém”: “Pensei muito em você esses dias, porém fui comprar pão”.
Se a relação for de intensidade, quantidade, é “mais”: “Hoje quero te beijar mais e mais”; “Precisamos nos encontrar mais vezes”; “Eu preciso te mostrar que isso é mais do que eu queria" .
Se a relação for de adversidade, oposição, é “mas”: “Não queria ter te beijado, mas beijei"; “Não queria ter te encontrado, mas encontrei”; “Eu sinto saudade, mas o tempo passa devagar”.
Note que “mas” pode ser substituído por “porém”: “Pensei muito em você esses dias, porém fui comprar pão”.
Se a relação for de intensidade, quantidade, é “mais”: “Hoje quero te beijar mais e mais”; “Precisamos nos encontrar mais vezes”; “Eu preciso te mostrar que isso é mais do que eu queria" .
H2O em Excesso
Eu tenho raiva da chuva quando não estou com o meu bem. Tenho raiva dessa chuva sem graça, que insiste em deixar as coisas meio molhadas.
Odeio ver que ela se aproxima, quando eu não quero recebê-la,assim sem ao menos pedir licença me pega de jeito e me faz ficar doente.
Cadê meu bem nessas horas?
E triste passar a chuva sem ele, ver o romantismo de um casal abaixo de um minúsculo guarda chuva, se apertando, se abraçando, se protegendo da triste chuva que não tem um guarda chuva e nem um bem amado para agasalhá-la.
Deve ser por isso que ela se vinga de mim ao cair sem avisar, mas que culpa eu tenho se o seu bem também não vem? Sairemos juntas a procura deles? Ou ficaremos aqui brigando de mortal para imortal?
Ah chuva se você resolver cair amanhã, caia na rua em frente a casa dele para eu ter uma desculpa de entrar e tomar um chá no sofá da sala, aconchegada ao colo quente do meu bem.
Sinto muito por você chuva, mas ser mortal pra mim não é nada pessoal, porém me deixa pertinho dele, mesmo que você chuva caia hoje, amanhã ou depois de amanhã.
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Rascunho muito curto e desorganizado sobre o passado
Todo mundo traz dentro de si um pouco das idéias dos pais, das manias, boas e ruins.
Eu aprendi a não olhar muito para o passado, e não olho, mas penso; e de vez em quando escorrego.
"O passado já passou, já foi, olhe para frente!" E com essa frase fecham-se os álbuns, trocam-se os CDs antigos — sempre por novidades modernas.
Hoje entendi o porquê desse medo todo de olhar para trás: Dói, só isso. Mas não é dor de saudades, não estou falando dessas humanidades, lógico que estou, mas estou falando de outras.
Veja: Não me machuco de saudades, me machuco de inocência, isso sim. Observar nos olhos de todos nós o quanto não sabíamos de nada, voltar páginas, anos, 2005, 2003, 1998, 1985, e ver ali, estampado na cara: Não sabíamos.
Não sabíamos que ela, quem diria, iria envelhecer tanto de tão feia, ou que fulano iria morrer um pouquinho depois, um pouquinho antes, de realizar aquele sonho besta, bobo, feliz, de escutar música no carro. Não sabíamos que não adiantaria fazer tanto regime: O amor nunca iria notar. Não sabíamos que era bobagem sofrer tanto, todo mundo passaria em matemática. Ai , que não sabíamos que era nossa última chance de fugir de casa...
Não entendo essa mania de registrar o rosto a todo o momento, que é sempre momento de não saber, que é sempre registro de uma inocência condenada.
Vou voltar ao normal, já vou.
Pronto, voltei.
Acabei com isso de uma vez. Olhei agora para o espelho, olhei firme, e disse "VOCÊ NÃO SABE", e foi tanta verdade, tanta aspereza, que minha voz falhou, e chorei, mas só um pouquinho — mas bem e com gosto.
Agora eu sei que eu não sei. E passou.
E posso olhar para frente, porque sei, não sei, e não serei vítima coisíssima nenhuma.
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